dedos a fundo.
me violou e (?).
não cabe essa metáfora em palavras.
assez
à meia-noite você se levanta, toma um copo de água e me vê. estou só e desesperada. você vai embora. isso é o que resta de mim.
27 de fevereiro de 2012
21 de fevereiro de 2012
5 de fevereiro de 2012
27 de janeiro de 2012
28 de dezembro de 2011
8 de dezembro de 2011
i had a dream last nite. and it fits me like a glove.
um cachorro possuído me dizia, abraçado ao me pescoço, que você era o único. não iríam voltar. nem um. nem outro. e eu devia lutar por tudo isso.
e eu chorava, não tinha trabalho, não tinha casa.
andava em um ônibus com poltronas macias e amigas e seus namorados.
eu sozinha.
voce com ela. longe da minha visão.
e eu chorava, insetos andavam em minhas mãos e pernas.
um velho oriental me dava a mão ao mesmo tempo que me expulsava de sua casa, que entrei pulando o muro.
as amigas me consolavam. e eu chorava, eu soluçava.
o cachorro me abraçava e dizia que você era o único. que queria minhas intimidades.
e eu chorava, como sempre.
e eu chorava, não tinha trabalho, não tinha casa.
andava em um ônibus com poltronas macias e amigas e seus namorados.
eu sozinha.
voce com ela. longe da minha visão.
e eu chorava, insetos andavam em minhas mãos e pernas.
um velho oriental me dava a mão ao mesmo tempo que me expulsava de sua casa, que entrei pulando o muro.
as amigas me consolavam. e eu chorava, eu soluçava.
o cachorro me abraçava e dizia que você era o único. que queria minhas intimidades.
e eu chorava, como sempre.
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sob efeito do amor,
sonhos
3 de dezembro de 2011
12 de novembro de 2011
20 de outubro de 2011
disse que eu conversava à noite e enchia o quarto de lembranças e fantasias.
só que eu sempre estava dormindo.
só que eu sempre estava dormindo.
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21 de setembro de 2011
2 de setembro de 2011
10 de maio de 2011
23 de abril de 2011
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