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1 de março de 2012
8 de dezembro de 2011
i had a dream last nite. and it fits me like a glove.
um cachorro possuído me dizia, abraçado ao me pescoço, que você era o único. não iríam voltar. nem um. nem outro. e eu devia lutar por tudo isso.
e eu chorava, não tinha trabalho, não tinha casa.
andava em um ônibus com poltronas macias e amigas e seus namorados.
eu sozinha.
voce com ela. longe da minha visão.
e eu chorava, insetos andavam em minhas mãos e pernas.
um velho oriental me dava a mão ao mesmo tempo que me expulsava de sua casa, que entrei pulando o muro.
as amigas me consolavam. e eu chorava, eu soluçava.
o cachorro me abraçava e dizia que você era o único. que queria minhas intimidades.
e eu chorava, como sempre.
e eu chorava, não tinha trabalho, não tinha casa.
andava em um ônibus com poltronas macias e amigas e seus namorados.
eu sozinha.
voce com ela. longe da minha visão.
e eu chorava, insetos andavam em minhas mãos e pernas.
um velho oriental me dava a mão ao mesmo tempo que me expulsava de sua casa, que entrei pulando o muro.
as amigas me consolavam. e eu chorava, eu soluçava.
o cachorro me abraçava e dizia que você era o único. que queria minhas intimidades.
e eu chorava, como sempre.
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sob efeito do amor,
sonhos
12 de novembro de 2011
10 de abril de 2011
- eu me lembro, sim, quando éramos sonho.
quando éramos apenas sonho. - 9h59
- lembro quando você não existia de fato.
lembro, sim. - 10h04
- fazia parte daquela leva de anônimos.
éramos sonho. - 10h09
quando éramos apenas sonho. - 9h59
- lembro quando você não existia de fato.
lembro, sim. - 10h04
- fazia parte daquela leva de anônimos.
éramos sonho. - 10h09
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5 de abril de 2011
6 de março de 2011
aconteceu conforme esperado.
daqui da janela dá pra ver o parque...
foram tantos comprimidos para tentar levar uma vida normal, descer de forma normal, conviver de forma normal.
minha ruína.
enfim, conforme esperado, curva maldita.
eu não estava lá e quando vi, o outro estava. quase ocupando meu lugar. eu não quis parar. não tinha pra onde ir.
tudo arrebentado, vidro estilhaçado, aquele vermelho no asfalto.
daqui da janela dá pra ver o parque. que merda de parque. some, parque.
não apareça quando eu for.
deixe essa memória em paz.
vou sonhar com você.
e dessa vez não vou acordar.
minha ruína.
enfim, conforme esperado, curva maldita.
eu não estava lá e quando vi, o outro estava. quase ocupando meu lugar. eu não quis parar. não tinha pra onde ir.
tudo arrebentado, vidro estilhaçado, aquele vermelho no asfalto.
daqui da janela dá pra ver o parque. que merda de parque. some, parque.
não apareça quando eu for.
deixe essa memória em paz.
vou sonhar com você.
e dessa vez não vou acordar.
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sob efeito do amor
estou fugindo dos seus rastros.
e as vezes parece que estou fugindo de mim.
tem tanto de mim na sua barba por fazer.
um tanto de violência que você não conhece.
estou fugindo de mim, ignorando meu instinto de sobrevivência.
eu não preciso, eu quero.
tanto tempo e não consigo deixar pra tras.
a pomba me disse: o passado fica no passado.
as cartas me disseram: o passado fica no passado.
eu entendo: o passado não volta, o futuro não aconteceu.
são apenas projeções.
tanto tempo que não consigo deixar pra tras.
estou fugindo de mim.
e eu olho e digo que quero viver.
dessa janela eu só vejo o parque.
copas altas.
a noite tem o barulho da noite.
eu não preciso, eu quero.
e não sei o que fazer com esse querer.
e as vezes parece que estou fugindo de mim.
tem tanto de mim na sua barba por fazer.
um tanto de violência que você não conhece.
estou fugindo de mim, ignorando meu instinto de sobrevivência.
eu não preciso, eu quero.
tanto tempo e não consigo deixar pra tras.
a pomba me disse: o passado fica no passado.
as cartas me disseram: o passado fica no passado.
eu entendo: o passado não volta, o futuro não aconteceu.
são apenas projeções.
tanto tempo que não consigo deixar pra tras.
estou fugindo de mim.
e eu olho e digo que quero viver.
dessa janela eu só vejo o parque.
copas altas.
a noite tem o barulho da noite.
eu não preciso, eu quero.
e não sei o que fazer com esse querer.
it took me 30 year to realize that 'i do' can turn into 'fuck you'.
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